top of page

Ranking: Países dos quais o Brasil mais importou em 2025 e no primeiro semestre de 2026

  • 9 de jun.
  • 2 min de leitura

O Brasil manteve forte concentração de suas importações em grandes parceiros comerciais em 2025 e no primeiro semestre de 2026. Dados do ComexStat/MDIC mostram que China, Estados Unidos e Alemanha seguem como principais fornecedores de produtos para o mercado brasileiro, reforçando a dependência da indústria nacional de insumos e bens intermediários importados.

A China segue na liderança absoluta como principal origem das importações brasileiras, com US$ 35.675.725.621 em 2025 e US$ 30.759.401.455 entre janeiro e junho de 2026. O país asiático se destaca como fornecedor estratégico de eletrônicos, máquinas, produtos químicos e insumos industriais.


Na segunda posição estão os Estados Unidos, que somaram US$ 21.666.534.247 em 2025 e US$ 15.478.469.234 no primeiro semestre de 2026. O país norte-americano mantém relevância no fornecimento de combustíveis, máquinas e produtos de alta tecnologia para o mercado brasileiro.


A Alemanha aparece em terceiro lugar no ranking, com US$ 7.017.349.627 em 2025 e US$ 5.849.305.571 em 2026, reforçando sua posição como importante fornecedora de bens industriais e equipamentos de alto valor agregado.


Um dos principais destaques do período é a Coreia do Sul, que registrou US$ 2.659.979.998 em 2025 e avançou para US$ 5.310.230.092 no primeiro semestre de 2026, praticamente dobrando o volume exportado ao Brasil e demonstrando forte crescimento na relação comercial bilateral.


Fechando o Top 5, a Argentina totalizou US$ 6.165.844.870 em 2025 e US$ 5.115.555.416 em 2026, mantendo-se como um dos principais fornecedores regionais do Brasil, especialmente nos setores automotivo e agroindustrial.


No panorama geral, a China mantém liderança consolidada como principal origem das importações brasileiras, seguida pelos Estados Unidos e Alemanha. A Coreia do Sul se destaca pelo crescimento expressivo no período, enquanto a Argentina segue como parceiro estratégico na América do Sul. O ranking reforça a alta dependência do Brasil de insumos industriais e produtos intermediários importados para sustentar sua cadeia produtiva.


FONTE: ComexStat/MDIC. Dados de importações consolidados entre janeiro de 2025 e junho de 2026, valores em US$ FOB.

 
 
 

Comentários


bottom of page